25 de outubro de 2017

MANTENDO SEU QUADRO RESISTENTE…

27 de setembro de 2017

GRAU DE PROTEÇÃO IK

27 de setembro de 2017

GRAU DE PROTEÇÃO IP

11 de agosto de 2017

Extensões x Filtros de Linha

04 de agosto de 2017

Resistência à Corrosão Eletrocalhas,…

04 de agosto de 2017

Rede de Aterramento

04 de agosto de 2017

Dissipação de calor dos cabos

04 de agosto de 2017

Compatibilidade Eletromagnética…

04 de agosto de 2017

Como escolher o sistema de bandejamento…

04 de agosto de 2017

Como escolher o eletroduto ideal…

25 de julho de 2017

Especificações para encaminhamento…

21 de julho de 2017

Função “Siga-me” nos Vídeo…

12 de julho de 2017

Solução completa para Infraestrutura

10 de julho de 2017

Como economizar energia e proteger…

14 de junho de 2017

Extensões elétricas e filtros…

18 de maio de 2017

Quer economizar nas despesas do…

12 de maio de 2017

Índice de proteção - IP

12 de maio de 2017

Dispositivos protetores de surto

03 de maio de 2017

Interruptores e tomadas x água…

27 de abril de 2017

Disjuntores residuais

20 de abril de 2017

Sensor de presença x economia…

05 de abril de 2017

Disjuntores, esses incompreendidos.

22 de março de 2017

Proteção de instalações elétricas…

14 de fevereiro de 2016

Comunicação pode evitar conflitos…

08 de fevereiro de 2016

HDL lança nova linha de porteiros…

29 de janeiro de 2016

Você não precisa sofrer tanto…

22 de janeiro de 2016

A música e a arquitetura

22 de janeiro de 2016

A música e o tempo

18 de janeiro de 2016

Personalização de Ambientes…

10 de janeiro de 2016

Tendências para hospitais e hotéis

07 de janeiro de 2016

5 dicas de iluminação para piscinas

15 de dezembro de 2015

Compensa instalar um painel solar?

15 de dezembro de 2015

Se não existisse sol

15 de dezembro de 2015

No RJ, 'casa do futuro' terá…

14 de dezembro de 2015

Conheça o aparelho que irá reduzir…

14 de dezembro de 2015

Legrand oferece tomadas USB

16 de novembro de 2015

Eco Construção

16 de novembro de 2015

Projeto incrível une design e…

09 de novembro de 2015

Acionada por smartphone, cafeteira…

09 de novembro de 2015

Entenda o que é a casa inteligente

04 de novembro de 2015

Por que o sono é tão importante?

04 de novembro de 2015

Por que precisamos dormir em total…

04 de novembro de 2015

Iluminação para quarto de casal

03 de novembro de 2015

220V consome menos que 110V?

05 de outubro de 2015

Gerenciamento de Iluminação…

05 de outubro de 2015

Do Chile ao Haiti, a democratização…

05 de outubro de 2015

Iluminação – efeitos de luz…

05 de outubro de 2015

Iluminação externa da casa

30 de setembro de 2015

Legrand realizará curso de CFTV…

30 de setembro de 2015

Facilite sua vida!

24 de setembro de 2015

Obras que exemplificam a versatilidade…

21 de setembro de 2015

O que podemos fazer com a luz…

21 de setembro de 2015

Aprendemos a comunicar

21 de setembro de 2015

Saiba quais reformas precisam…

21 de setembro de 2015

Luz nacional

21 de setembro de 2015

Você já imaginou sua vida sem…

21 de setembro de 2015

Vai reformar? Contrate um selfstorage.

21 de setembro de 2015

Crie belo ambiente somando diferentes…

Iluminação ideal para casa de…

  • MANTENDO SEU QUADRO RESISTENTE A ÁGUA E POEIRA
  • 25 de outubro de 2017
  • A entrada de líquidos ou pó em um quadro elétrico pode causar desde um mau funcionamento da instalação até acidentes graves. É por isso que engenheiros e projetistas se preocupam tanto em desenvolver produtos que evitem a penetração desses elementos. Em um post recente falamos sobre a proteção de quadros elétricos contra poeira e água e como eles são medidos pelo grau de proteção IP.

     

     

    Todavia um de nossos leitores fez uma observação muito interessante: do que adianta um quadro com o grau IP elevado se temos que fazer diversos furos no quadro para sua utilização? Realmente todo o trabalho mostrado no nosso vídeo sobre os testes que a LEGRAND realiza pode ser posto a perder se um único furo for aberto nele. E sabemos que quadros sempre são furados, seja para a entrada e saída dos cabos, seja para os elementos de controle. Como garantir então que os quadros vão ter um grau de proteção adequado?

     

    Aí temos um ponto muito importante, que é a responsabilidade do montador do painel em garantir o grau de proteção do conjunto após sua construção e do instalador no momento da instalação. Em outras palavras, quem constrói e instala o quadro é o responsável pela manutenção do grau IP.

     

    Se você é montador ou instalador não fique desesperado, pois isso não é difícil. Basta ter cuidado na especificação dos produtos usados e na sua montagem que tudo sairá corretamente.

     

    A primeira coisa a se ter em mente é que o grau IP do quadro final nunca será maior que o grau IP das partes montadas externamente. Ou seja, não adianta ter um painel IP66 se você usar botões que suportem no máximo IP54. Vamos dar um exemplo: Imagine que você tem que montar um quadro e seu cliente pede que ele seja IP 66. Não basta apenas comprar um quadro modelo Atlantic, você deverá se atentar a quais botões e sinaleiros serão instalados assim como os prensa cabos de entrada e saída também.

     

    Outro ponto que é um tanto óbvio, porém não custa mencionar: é importante fazer o mínimo de aberturas possíveis no quadro. Não só nos elementos de controle que ficam na frente, mas também nas entradas de cabos.

     

    Siga corretamente as instruções de montagem fornecidas pelos fabricantes de cada peça. Um simples anel de borracha de menos de 1 mm de espessura pode comprometer todo o quadro. A mesma observação vale para a instalação, se você não usar os prensa cabos adequados você pode reduzir dramaticamente a proteção esperada.

     

    Agora que falamos sobre o que fazer, vamos também tocar em um assunto complicado: o que evitar.

     

    Como já vimos quadros elétricos recebem duas aberturas principais: a entrada de cabos e os elementos de controle (botões, sinalizadores, medidores,...). A primeira dica é não deixar aberturas sem utilização. Uma abertura na caixa sem uso altera irremediavelmente o grau de proteção, e pior, você terá que fazer uma análise para saber como ele ficou, por isso, sempre use tampões em aberturas não utilizadas.

     

    O ponto de atenção mais crítico está nas entradas de cabos. É comum vermos aberturas retangulares para passagem livres de cabos na parte inferior dos quadros, pior ainda quando isto é feito na parte superior. De imediato temos o dígito de partículas sólidas reduzida à zero neste caso e o de água pode chegar a este ponto no caso da abertura superior. Sempre dê preferência por fazer entradas de cabos com eletrodutos ou prensa cabos.

     

    Em painéis autoportantes , em que os cabos entram pela parte inferior do painel, é usual a existência de placas com borrachas para garantir a proteção. Infelizmente, também é comum vê-las abandonadas sem uso ao lado dos mesmos painéis, por falta de conhecimento de sua finalidade ou até de como utilizá-las.

     

    Elementos fixados inadequadamente na porta ou nas paredes do quadro também são fontes de redução do grau de proteção IP. Diga-me se você nunca viu uma chave seletora ou um prensa cabos “bambos”.

     

    Como vimos oferecer um quadro com as proteções contra entrada de líquidos e partículas sólidas não é tão difícil, mas com certeza é o que diferencia um quadro montado corretamente de um que não foi.

  • Leia Mais
  • GRAU DE PROTEÇÃO IK
  • RESISTÊNCIA AO IMPACTO
  • 27 de setembro de 2017
  • No post anterior, falamos da proteção de invólucros contra a entrada de água e corpos sólidos, mas quando pensamos em robustez nossa mente nos leva a imaginar impactos, quedas, tombos. Dá para saber o quanto um produto é resistente a este tipo de “acidente”?

     

     

    Sim é possível. O exemplo clássico disso ocorreu no início da corrida espacial. A NASA lançou uma concorrência para uma calculadora científica portátil que fosse capaz de suportar uma queda em uma superfície dura de cima de uma mesa. Na época este era um desafio enorme, pois os equipamentos eletrônicos eram muito sensíveis. A vencedora desta concorrência tornou-se uma empresa de sucesso baseado neste produto.

     

    Mais recentemente a IEC definiu uma metodologia de classificação que leva em conta a energia do impacto a que os produtos são submetidos. Esta classificação é expressa da seguinte forma:

     

    IK XX

     

    Em que IK significa “índice de proteção mecânica” e “XX” são dois dígitos que indicam a resistência do produto.

     

    Efetivamente, é feito um teste no qual o produto é colocado contra uma parede e um peso é colocado em uma haste que na outra ponta está presa a um eixo rotativo. Este peso é elevado a certa altura e depois abandonado em queda livre de forma a atingir a superfície do produto que está sendo testada. Ou seja, damos uma marretada técnica no produto. A tabela a seguir mostra os índices IK, um esquema do teste e a energia a que o produto é submetido.

     

    GRAU DE PROTEÇÃO IK

     

    Fácil? Então vamos complicar mais: este impacto é repetido em diversos pontos da superfície para que não seja escolhida uma parte mais resistente do produto.

     

    Ainda acha pouco? Todas as faces do produto que podem sofrer um impacto devem ser testadas. Imagine um painel elétrico fixado na parede. A frente, a porta, as laterais e o teto devem ser testados. O fundo como não é sujeito a impactos não precisa ser testado.

     

    Depois de todas estas marretadas, com todo o rigor científico claro, o produto em questão ainda deve estar totalmente operacional. Isto significa que podem aparecer sinais dos impactos, como amassados, trincas e outros sinais, porém o produto deve atender todas as características de sua especificação técnica. Por exemplo: as portas devem funcionar normalmente, seu grau de proteção IP deve ser o mesmo, as funções elétricas não podem ter sido alteradas.

     

    Nós realizamos o teste IK nos nossos Quadros CE, veja o resultado abaixo:

     

  • Leia Mais
  • GRAU DE PROTEÇÃO IP
  • COMO SABER SE UM PRODUTO É ROBUSTO?
  • 27 de setembro de 2017
  • Um colega comprou um celular “à prova d’água” e foi fazer mergulho com o aparelho para tirar fotos. O resultado foi que o aparelho apresentou um defeito devido à entrada de água. O fabricante alegou que o produto não foi feito para agüentar aquela profundidade. Quem está com a razão neste caso?

     

    Para evitar esta dúvida, os organismos de normalização desenvolveram padrões para medir a resistência dos produtos a diversas agressões possíveis na utilização dos mesmos. Neste post vamos discutir as mais usuais: a penetração de água e corpos soídos no interior dos produtos.

     

     

    A penetração de água e corpos sólidos pode causar diversos problemas em equipamentos. Como no caso descrito no início do post, equipamentos elétricos não funcionam bem na presença de água, pois esta é condutiva. Além disso, a água acelera o processo de oxidação de metais, popularmente conhecido como ferrugem. Por isso, mantê-la fora de partes não protegidas é importante para o funcionamento de produtos. Cabe também lembrar que além da água, outros líquidos podem estar presentes no ambiente. Shampoos, detergentes, entre outros líquidos, também devem ser mantidos longe de partes que não sejam devidamente protegidas.

     

    Também é importante explicar o termo “corpos sólidos”. Diferente dos líquidos não há um elemento sólido típico,estamos falando de coisas como palitos, fios, areia, talco ou até um dedo humano. Existem vários motivos para evitar que estes elementos entrem em equipamentos, por exemplo, não queremos que uma criança coloque o dedo em uma tomada ou que algum produto granulado entre nas engrenagens de uma máquina.

     

    Já explicamos o que e por que não queremos a penetração de água e sólidos agora vamos explicar como “medir” a resistência dos produtos.

     

    A IEC (Comissão Eletrotécnica Internacional na sigla em inglês) na IEC 60529 definiu um método de teste dos invólucros conforme sua resistência a estes dois elementos. Na prática, cada invólucro recebe uma graduação que é apresentada da seguinte forma:

     

    IP XY

     

    Onde IP é a sigla de Índice de Proteção, a letra “X” é um numeral de 0 a 6 que indica a proteção contra sólidos e “Y” é um numeral de 0 a 8 que indica a proteção contra líquidos.

     

    Na tabela a seguir temos cada numeral e o que ele significa:

     

    GRAU DE PROTEÇÃO IP

     

    Alguns outros exemplos práticos da aplicação desta norma:

     

    • Conectores elétricos devem ter grau de proteção mínimo de IP 20, que significa proteção contra corpos sólidos superiores a 12,5mm e sem proteção contra água. O objetivo é evitar contatos acidentais dos eletricistas com partes energizadas.
    • A maioria dos quadros elétricos residenciais tem grau de proteção IP 40, logo pequenos objetos não entrarão na parte energizada, mas o quadro é totalmente vulnerável à penetração de água

     

    Voltando ao caso mencionado no início, o celular tinha um grau de proteção IP 66, ou seja, totalmente protegido contra poeira (primeiro 6) e protegido contra projeção de água (segundo 6). Nosso colega pensou que ele era um IP68, ou seja, totalmente protegido contra poeira (numeral 6) e protegido contra imersão prolongada sob pressão (numeral 8) e por isso o celular parou de funcionar.

     

    Nós realizamos o teste IP nos nossos Quadros CE, veja o resultado abaixo:

     

  • Leia Mais